Bruno Robalo, futuro engenheiro…de coisas numa empresa que ninguém conhece e num país em descrédito clica aqui

 

Praxes 2004-2005

 

Aviação

 

SECRETO-Manual de Sobrevivência Académico

 

 

 

A arte da cobardia

 

 

     Os últimos acontecimentos em Israel e no Líbano e as tristes notícias que de lá chegam fazem-me ter vergonha do mundo em que vivo. Não compreendo como tanto ódio é criado, de onde surge tamanha maldade que leva a que pessoas se matem umas às outras por questões territoriais. Famílias destroçadas e separadas, um número crescente de feridos e mortos, crianças arrancadas de uma infância a que tinham direito por uma guerra estúpida e sem sentido, se é que alguma teve sentido. Não compreendo como é que quem comete tamanha atrocidade poderá dormir descansado…hospitais e casas despedaçadas, refugiados perdidos sem rumo, sem perspectivas de futuro e a única coisa que carregam são memórias forjadas de sangue e dor. Nenhuma ambição política se deve apoiar no terror e na guerra sem o risco de se tornar fútil. Vinganças e retaliações são o dia-a-dia das pessoas do médio oriente…não conhecem outro modo de vida e muitos são apenas peões num interminável jogo de carnificina. Como mero observador pouco ou nada posso fazer contra tanta ira…só resta a esperança e mesmo esta já foi bombardeada e estraçalhada vezes sem conta. Apenas trapos tapam a humanidade da sua vergonha…não é possível como ao fim de tantos milhares de anos de evolução ainda sejamos tão primitivos e cegos para permitir este tipo de acontecimentos.

 

 

 

O Processo de Bolonha e o Matrix

 

     São palavras conhecidas e que aparentemente não têm nada a ver uma com a outra mas lá escondido no meio académico existe uma profunda relação a qual tentarei explicar de acordo com os conhecimentos adquiridos de fontes não autorizadas. Na verdade existe uma conspiração concertada dos dirigentes das universidades europeias para uniformizar cursos (para mal dos nossos pecados fosse esse o problema....adiante...) e uma das medidas é deixar ao aluno a tarefa de aprender a matéria das disciplinas por si próprio, algo que já acontece nas universidades em geral e com os resultados que se vêm. Não querendo negar algo que desconheço à partida, parece-me que caminhamos para um sistema de cursos "CEAC". Você aprende sozinho e a universidade descarta-se da sua principal função que é ensinar. E neste ponto deve estar a perguntar-se: " e o Matrix?". Se viram o filme devem-se certamente lembrar forma com eles adquiriam aquelas capacidades todas; ligavam-nos umas fichas na cabeça e ZZÁS, de um momento para o outro sabiam pilotar helicópteros, acrobacias e artes marciais dificílimas...então por associação de ideias temos o Matrix em Bolonha porque "eles" esperam que tu aprendas sozinho e em pouco tempo. E aqui está uma falsa questão, por um lado reduzem o número de anos de uma licenciatura para 3 anos e como tens que desenrascar-te sozinho demoras mais 3 ou 4 o que voltamos ao mesmo. Enfim, o que me parece é que os preparativos para entrar neste novo sistema estão a ser feitos à pressa por imposição governamental. Eu pergunto-me: qual é a urgência? Queremos chegar com a maior da rapidez a um sistema cujas bases estão mal feitas ou minadas à partida? Queremos ser o menino bem comportado da União Europeia quando em tudo somos os mais atrasados?!

     Sobre este assunto existem perguntas para as quais ainda não existem respostas. Quanto a ti não sei, mas eu vou já ver o Matrix!

 

 

Vamos abanar a moral

 

     Atenção, as letras que se seguem estão cheias de moralidade, só poderão ser lidas com ironia e são da responsabilidade de quem moraliza ou é moralizado!!!

 

     Moralistas deste país, é tempo de saírem da toca que o nosso Portugal precisa de vós. D. Afonso Henriques não volta mais, D.Sebastião também não. Ide arrasar com os hipócritas da nossa sociedade, fazei vingar o tratado de Zamora e mostrar que ainda não chegamos ao fundo mas que já estamos a comer lodo. Levantai as vozes de cultura e grande saber que dentro dos vossos cérebros possuís, soltem a grande alma lusitana dos livros e invocai as memórias e salvadores de outrora, abri os baús das espadas, colocai no cavalo as insígnias patrióticas e as pinturas de guerra. Bracejai com fulgor ao cair da bruma, batei em retirada para a seguir desferir sem piedade nos pecadores da nação. Trabalhai com afinco e dedicação na reconstrução deste nosso canto à beira mar encravado. Lançai ao Tejo as rosas Elísias e purificai o saber ancestral antes que se perca. Atiçai a chama do conhecimento e queimai a ignorância de vergonha. Que se estique o polegar direito quando a maré está de feição e abanai a cabeça em ar de satisfação. Ide para que outros possam voltar...

 

 

 

Cagada furtiva

 

     Nunca sentiram aquela vontade arrepiante de cagar e não saberem como o vão fazer porque estão num local público e estão longe de casa ou de qualquer sítio minimamente limpo? É obvio que sim, não fosse esse um pequeno preço a pagar pela nossa mobilidade civilizacional. Naturalmente os nossos antepassados não tinham esse problema. Viver nas cavernas assegurava uma rápida cagada na rocha mais próxima. Porém não é de histórias que este aspecto sobrevive já que não existiu quem as colocasse no papel por serem inadequadas a determinados períodos temporais ou por falta de ousadia; o que é fica para a história de cada um de nós são alguns minutinhos de terror e sofrimento quando nos damos conta que se torna impossível conter o "fugitivo". É nesse momento que temos de tomar uma decisão: vai-se para casa e aguenta-se ou caga-se num sítio público.

    O caminho para casa torna-se um contra-relógio e um pau de dois bicos...Se correres acabas por te borrar mas se andares demasiado devagar nunca mais chegas à "costa", o que deve ser extremamente desagradável. Nestes momentos o caminho para casa fica mais comprido...os minutos passam mais depressa porque o sentes a arranhar. Sabes que não podes parar...os pés aquecem de tanto palmilhares na calçada...só esperas que quando passares nos semáforos estes estejam verdes. Tantas variáveis em jogo e tu tens de saber lidar com elas. Podes ter sorte ou não, podes ficar encalhado num passeio à espera que a velhota se desvie, ou que alguém caridoso pare na passadeira.

     Na verdade o que é mais embaraçoso é quando nos encontramos dentro de uma sala onde estão mais pessoas. Dá-te uma cólica mortal e tu só tens uma hipótese: cavar dali para fora e fazes um pequeno comentário baixinho "vou pregar um cagão". E mais não há para dizer...hipotéticos episódios ficaram entre três paredes, uma sanita e uma porta, os quais nunca serão publicados.

 

 

 

O colete maravilha

 

 

     O português comum tem uma habilidade natural arrojada de pegar modas e hábitos que aos meus olhos, e certamente a muitos outros cidadãos parecem um tanto ridículas. Falo dos famosos coletes reflectores colocados no banco do carro. Eu pergunto-me vezes sem conta o que é que aquilo está ali a fazer no banco. Não deveria estar guardado no porta-luvas? Desta forma quando for efectivamente necessário o seu uso, este encontra-se "preso" ao banco e depois vem o cúmulo: "tanto trabalho a por o banco bonito e agora tenho de o desmanchar, isso é que era bom! prefiro levar com um carro em cima e pagar a multa!".

     Enfim não compreendo porque é que muitos condutores têm este gesto parvo e tipicamente saloio. Será para enfeitar o carro de que já não gostam mais? Meus "amigos" não é por porem um colete reflector amarrado ao banco da frente que a policia vos vai deixar seguir numa operação stop ou que por isso ficam mais visíveis de noite!

     Confesso que me faz impressão ver os carros todos artilhados de bonecos, rendinhas e penduricos, acho que em parte mostra a personalidade dos donos dos carros, não querendo com isto generalizar, mas em boa verdade é assim. Muitos pensam que "equipar" o carro com estas merdinhas os torna estilosos. Se calhar era preferível uma maior preocupação com a segurança do veiculo e em assuntos relacionados do que com este tipo de adornos infelizes. Será que os excelentíssimos condutores não reparam que ao exporem o colete ao Sol diariamente o estragam mais rapidamente?!!! Por ventura quando for necessário a sua utilização é provável que já não esteja em condições. Não é de loucos? O colete serve para emergências e não para mostrar ao vizinho ou andar a passear como de um troféu se tratasse!

     Também é verdade que estamos numa democracia e o que cada um faz com o que lhe pertence não é da nossa conta...porém o rídiculo exagerado tem de ser "denunciado". Portugal tem um grave problema com a segurança rodoviária e creio que a solução parte primeiro lugar deve vir o respeito que devemos ter entre as pessoas no dia-a-dia, nos empregos, no essencial em tudo em que interagirmos. Temos que gostar das pessoas, sejam elas quais forem quando vamos na estrada, temos de pensar que dentro dos veículos vão seres humanos que são tão frageis como eu, e que parte da segurança delas depende de mim.

     A típica buzinadela e a boquinha aos carros de instrução retratam bem a desconcertante estupidez de alguns azeiteiros em que a atitude ao volante reflecte o estilo de vida que levam. As aceleradelas e os picanços também revelam a mediocridade de muitos jovens que ao se julgarem possuidores de um veículo rápido adquirem um certo "status" o que é completamente estúpido e dá vontade de rir. Conversas de café entre amigos a gabarem-se do seu GT que tem não sei quantos cavalos e que faz aquilo e dá pinotes e não sei que mais. A mim dá-me nojo ouvir este tipo de conversas e o argumento habitual "isso só acontece aos outros" ou "eu tenho cuidado e não abuso muitas vezes" ou ainda "eu é que sei"...sabem o tanas, quando elas acontecem é fácil chorar, mas reparar o dano é mais difícil...

     Para mim é preferível a preocupação com coisas sérias do que com disputas e embelezamentos "laterais" que não contribuem em nada para a segurança na nossa necessidade imprescindível de nos deslocarmos.    

       

 

 

 

 

O outro lado

 

     É com muita preocupação que tenho assistido a uma série de acontecimentos que a meu ver me fazem sentir que Portugal está a mudar mas para o lado errado. Provavelmente as gerações anteriores também pensaram o mesmo, o que é provável. Então quer dizer que o rumo que traçaram para nós foi definido há muito tempo. Não querendo culpar ninguém da sorte do nosso território mas o que é facto que já não batemos no fundo...já estamos é a rojar e a bater em tudo o que é sitio. Claro que as contestações sociais, nacionalismo exacerbado, politiquices mesquinhas e inúteis vêm ao de cima em tempos de crise, mas o que é preocupante é que isso já lá estava, não surgiu do nada e deve ser aí que as qualidades de quem dirige, de quem esperamos que tome pulso às coisas são demonstradas...O podre já cá está há muito tempo mas só agora o estamos a descobrir. Séculos de história revelaram tempos de crise os quais fazem parte da vida...então de que estamos à espera? Aprendamos com os erros! Pois mas se calhar há um problema...não gostamos de ler nem de aprender, a educação não é um bem essencial à construção de alicerces sólidos, pelos menos ao ver de muita gente. É triste ver este estado de coisas. O futuro está perigosamente incerto. Não conseguimos valer as nossas qualidades em deferimento da corrupção, negligência e principalmente descrença em NÓS próprios.

     Culpar os outros foi sempre a solução encontrada para resolver problemas. Eu acredito que existe muitas pessoas capazes e competentes...mas que são abafadas.

     Quando ligo a televisão só vejo trafulhice...porém é o que vende e o que consumismos tristemente sem nos apercebermos. A realidade deve ser exposta tal como ela é mas tem de haver o outro lado...aquele que é bom e que motiva e também aquele que menos interessa a muita gente.

     As leis pelas quais nos regemos e que estão em livros pesados têm de ser cumpridas, se não corremos o risco de termos pisa-papéis caros e inúteis.

     Não é a primeira vez que falo em civismo porém encalhamos sempre no mesmo. Conseguimos ser mais prestáveis para estrangeiros do que entre nós. Como foi possível construir estádios de futebol para o euro 2004 quando ainda existem velhotes que passam fome, hospitais degradados com falta de pessoal, crises sucessivas na indústria nacional por falta de investimentos. O pior é que apesar daqueles dias fenomenais do europeu, os quais não voltam mais para encher barriga, a crise vai continuar porque hipotecámos o "futuro". O desenvolvimento regional estagnou, concentrando-se apenas em áreas centrais do litoral e em pequena quantidade que não conseguem combater a concorrência de outros países que com pouco conseguiram desenvolver-se de forma sustentada e com perspectivas sólidas e visão estratégica.

     Que mais posso eu dizer, aliás que podemos dizer e fazer nós? Penso que a resposta reside nos exemplos bons dos outros países já que nos esquecemos dos nossos.

 

 

“Fones” na cabeça

 

    Nunca viram alguém a andar na rua com os “fones” postos nos ouvidos? Provavelmente não acharam nada de estranho, mas se pensarem bem no fenómeno vão verificar, tal como eu o fiz, que por de trás daqueles “fonezinhos” pequeninos se esconde qualquer coisa com cariz sócio-cultural ou coisa parecida.

    A primeira pergunta que fiz a mim próprio quando comecei a observar este tipo de acontecimentos foi: "Para que é que aquele gajo quer ouvir música enquanto anda? Não lhe faz confusão?". Há pois é, deve fazer uma confusão desgraçada. Ao mesmo tempo que estão a andar a pessoa deve também ouvir o seu coração a pulsar. Imagino a confusão nos sentidos do corpo humano atafulhados de sinais eléctricos tentando processar tamanha avalanche de informação. Além do mais deve ser perigoso quer atravessar ruas em que a concentração necessária nesse momento deve ser total para a segurança.

    Pois bem, para além da confusão sensorial penso que a influência da sociedade adolescente é dominante nestes casos, sem sombras de dúvida. Normalmente vemos este tipo de hábitos associado a "calças largas", o people do "yé, yô, tá-se brô!".

     Não seria mais confortável ouvir a música em condições...muito bem se querem ouvir música noutro sítio fora de casa, que o façam sem tentar mandar estilo, sendo a vontade de mandar "estilo" que leva essas pessoas a tomar este tipo de atitudes.

Na maior parte dos casos vemos só os dois “fones” a saírem por dentro da "camisa" e provavelmente é só isso que existe, porque o leitor está em casa ou simplesmente não existe, tudo isto só para mandar um estilo estilosamente estupídico para "as damas" verem que o "boy" é um "dred mau".

     Também podia falar do tipo de música relacionada com este tipo de música e aqui não há que enganar, ou é Hip-Hop ou música do tipo "dark metal" ou coisa relacionada. Imagino um dia inteiro a ouvir musica destas, porem tendo a noção que o hip-hop é preferível a estoirar os tímpanos com "metal" cuja letra raramente se percebe mas que na maior parte das vezes diz "vou-te estoirar à biqueirada porque me abandonaste, vou partir tudo..."...Ou então temos aqueles miúdos cujos pais ainda lhes têm controle e cujo cabelo está espetado com gel e que muitas os vemos nos supermercados a carregarem os sacos com os “fones” nos ouvidos. Para mim seria uma falta de educação se um filho meu fizesse isso, ou seja dar-me-ia sensação de que não quer estar ali e por isso abstraindo-se de tudo o resto e desta forma não percebe para que foi "fazer frete" ao supermercado ajudar os pais.

Não são só adolescentes com as hormonas confusas que fazem isso. já vi pessoas na minha universidade a usarem “fones” enquanto se deslocam. Só dá vontade de puxar os fios não é? A atitude deles é pensarem "aqui vou eu isolado ao ruído exterior enquanto eu me mantenho puro porque não partilho a música para ninguém".

   

 

Mercenários na Universidade

 

Nas universidades deste Portugal e sabeis mais se não noutros países...tem-se o habito de convidar professores que estão estabelecidos noutro estabelecimento de ensino superior para irem dar aulas a outras academias, não sei se por falta de meios, o que é provável. Porém tal facto aos meus olhos torna-se duvidoso quando se trata de avaliar a qualidade desses docentes bem como os recursos financeiros disponibilizados para o efeito. Convidar professores para dar aulas noutra universidade deveria ser um procedimento a efectuar quando a necessidade imperava pelo menos, razoavelmente, durante dois anos lectivos seguidos. O que se passa, pelo menos com o meu curso é que existem professores convidados a mais e há demasiado tempo em que se nota uma clara desmotivação para a execução do que lhes é pedido sob pena de prejudicarem os alunos e o próprio desenvolvimento do curso, ou seja, a universidade gasta dinheiro (o qual não deve ser pouco) neste tipo de serviços quando o objectivo deveria fortalecer o corpo docente com jovens doutorados que saem das universidades e que se poderiam deslocar para longe de onde moram. A meu ver penso que estes professores vestem a camisola de outra equipa sem que com ela não queiram marcar golos. Estão convidados e não produzem investigação nem qualquer benefício em prole do desenvolvimento técnico-científico. A longo prazo a balança custo/benefício de se contratar e fixar na região jovens acabados de completarem a formação vai ser muito maior. Por exemplo, um caso flagrante: queremos tirar dúvidas sobre qualquer coisa o professor não está na universidade, disponibilizar documentos auxiliares em tempo útil é raro e claro quando se quer combinar qualquer coisa com os alunos tem-se que estar sempre dependente de horários e compromissos que o docente tem na outra academia...Quer dizer, o meio universitário não é pêra doce e ainda por cima temos de aguentar com estes mercenários.

 

 

 

Sentido de estupidez

 

     Muita gente é dotada de uma tendência natural para fazer coisas estúpidas e natural é a forma como as pessoas as aceitam com a maior das naturalidades. Sempre me questionei se a estupidez era o resultado da nossa sociedade de consumo e da forma como são impostas nas nossas vidas, ou porém se vem de um resultado de uma fusão genética, aludindo aos nossos grandes cientistas que dizem que parte do nosso código molecular esconde o nosso destino. Quem sou eu para discutir este tipos de coisas? Não desconfiando de tais factos vamos andando, tropeçando sempre em estúpidos, que não tendo consciência de quão estúpidos e ridículos são, vão estupidamente estupidificando os outros. Até parece que é contagioso! Muita estupidez é concentrada em locais que não se espera, nomeadamente o meio académico que de estúpido não devia ter nada, porém enganamo-nos eu e todos, tanto que conheço meia dúzia. Com decorrer dos tempos vamos contactando com este tipos estúpidos que nos lixam a vida sabendo (ou não) o mal que fazem. Admirável é a sorte macaca que estes seres têm na vida. Às vezes questiono-me se mais vale aderir ao movimento e ficar estúpido mas assim seria fácil de mais, desistir não deve ser a atitude a tomar. Como exemplo prático deste tipo de acontecimentos é o facto de as nossas estradas novas terem buracos e remendos. Eu até compreendo que se tenham esquecido de por a canalização por incompetência mas ninguém se importa com os transtornos e o dispêndio de dinheiro.

 

 

Ultima actualização: 6-10-2005