Bruno Robalo, futuro engenheiro…de coisas numa empresa que ninguém conhece e num país em descrédito clica aqui
SECRETO-Manual
de Sobrevivência Académico
A arte da cobardia
Os últimos
acontecimentos em Israel e no Líbano e as tristes notícias que de lá chegam
fazem-me ter vergonha do mundo em que vivo. Não compreendo como tanto ódio é
criado, de onde surge tamanha maldade que leva a que pessoas se matem umas às
outras por questões territoriais. Famílias destroçadas e separadas, um número
crescente de feridos e mortos, crianças arrancadas de uma infância a que tinham
direito por uma guerra estúpida e sem sentido, se é que alguma teve sentido.
Não compreendo como é que quem comete tamanha atrocidade poderá dormir
descansado…hospitais e casas despedaçadas, refugiados perdidos sem rumo, sem
perspectivas de futuro e a única coisa que carregam são memórias forjadas de
sangue e dor. Nenhuma ambição política se deve apoiar no terror e na guerra sem
o risco de se tornar fútil. Vinganças e retaliações são o dia-a-dia das pessoas
do médio oriente…não conhecem outro modo de vida e muitos são apenas peões num
interminável jogo de carnificina. Como mero observador pouco ou nada posso
fazer contra tanta ira…só resta a esperança e mesmo esta já foi bombardeada e
estraçalhada vezes sem conta. Apenas trapos tapam a humanidade da sua
vergonha…não é possível como ao fim de tantos milhares de anos de evolução
ainda sejamos tão primitivos e cegos para permitir este tipo de acontecimentos.
O Processo de Bolonha e o Matrix
São palavras conhecidas e que
aparentemente não têm nada a ver uma com a outra mas lá escondido no meio
académico existe uma profunda relação a qual tentarei explicar de acordo com os
conhecimentos adquiridos de fontes não autorizadas. Na verdade existe uma
conspiração concertada dos dirigentes das universidades europeias para
uniformizar cursos (para mal dos nossos pecados fosse esse o
problema....adiante...) e uma das medidas é deixar ao aluno a tarefa de
aprender a matéria das disciplinas por si próprio, algo que já acontece nas
universidades em geral e com os resultados que se vêm. Não querendo negar algo
que desconheço à partida, parece-me que caminhamos para um sistema de cursos
"CEAC". Você aprende sozinho e a universidade descarta-se da sua
principal função que é ensinar. E neste ponto deve estar a perguntar-se: "
e o Matrix?". Se viram o filme devem-se certamente lembrar forma com eles
adquiriam aquelas capacidades todas; ligavam-nos umas fichas na cabeça e ZZÁS,
de um momento para o outro sabiam pilotar helicópteros, acrobacias e artes
marciais dificílimas...então por associação de ideias temos o Matrix em Bolonha
porque "eles" esperam que tu aprendas sozinho e em pouco tempo. E
aqui está uma falsa questão, por um lado reduzem o número de anos de uma
licenciatura para 3 anos e como tens que desenrascar-te sozinho demoras mais 3
ou 4 o que voltamos ao mesmo. Enfim, o que me parece é que os preparativos para
entrar neste novo sistema estão a ser feitos à pressa por imposição
governamental. Eu pergunto-me: qual é a urgência? Queremos chegar com a maior
da rapidez a um sistema cujas bases estão mal feitas ou minadas à partida?
Queremos ser o menino bem comportado da União Europeia quando em tudo somos os
mais atrasados?!
Sobre este assunto existem perguntas para
as quais ainda não existem respostas. Quanto a ti não sei, mas eu vou já ver o
Matrix!
Vamos
abanar a moral
Atenção, as letras que se
seguem estão cheias de moralidade, só poderão ser lidas com ironia e são da
responsabilidade de quem moraliza ou é moralizado!!!
Moralistas deste país, é tempo de saírem
da toca que o nosso Portugal precisa de vós. D. Afonso Henriques não volta
mais, D.Sebastião também não. Ide arrasar com os hipócritas da nossa sociedade,
fazei vingar o tratado de Zamora e mostrar que ainda não chegamos ao fundo mas
que já estamos a comer lodo. Levantai as vozes de cultura e grande saber que
dentro dos vossos cérebros possuís, soltem a grande alma lusitana dos livros e
invocai as memórias e salvadores de outrora, abri os baús das espadas, colocai
no cavalo as insígnias patrióticas e as pinturas de guerra. Bracejai com fulgor
ao cair da bruma, batei em retirada para a seguir desferir sem piedade nos
pecadores da nação. Trabalhai com afinco e dedicação na reconstrução deste
nosso canto à beira mar encravado. Lançai ao Tejo as rosas Elísias e purificai
o saber ancestral antes que se perca. Atiçai a chama do conhecimento e queimai
a ignorância de vergonha. Que se estique o polegar direito quando a maré está
de feição e abanai a cabeça em ar de satisfação. Ide para que outros possam
voltar...
Cagada furtiva
Nunca
sentiram aquela vontade arrepiante de cagar e não saberem como o vão fazer
porque estão num local público e estão longe de casa ou de qualquer sítio
minimamente limpo? É obvio que sim, não fosse esse um pequeno preço a pagar
pela nossa mobilidade civilizacional. Naturalmente os nossos antepassados não
tinham esse problema. Viver nas cavernas assegurava uma rápida cagada na rocha mais
próxima. Porém não é de histórias que este aspecto sobrevive já que não existiu
quem as colocasse no papel por serem inadequadas a determinados períodos
temporais ou por falta de ousadia; o que é fica para a história de cada um de
nós são alguns minutinhos de terror e sofrimento quando nos damos conta que se
torna impossível conter o "fugitivo". É nesse momento que temos de
tomar uma decisão: vai-se para casa e aguenta-se ou caga-se num sítio público.
O caminho
para casa torna-se um contra-relógio e um pau de dois bicos...Se correres
acabas por te borrar mas se andares demasiado devagar nunca mais chegas à
"costa", o que deve ser extremamente desagradável. Nestes momentos o
caminho para casa fica mais comprido...os minutos passam mais depressa porque o
sentes a arranhar. Sabes que não podes parar...os pés aquecem de tanto
palmilhares na calçada...só esperas que quando passares nos semáforos estes
estejam verdes. Tantas variáveis em jogo e tu tens de saber lidar com elas.
Podes ter sorte ou não, podes ficar encalhado num passeio à espera que a
velhota se desvie, ou que alguém caridoso pare na passadeira.
Na verdade
o que é mais embaraçoso é quando nos encontramos dentro de uma sala onde estão
mais pessoas. Dá-te uma cólica mortal e tu só tens uma hipótese: cavar dali
para fora e fazes um pequeno comentário baixinho "vou pregar um
cagão". E mais não há para dizer...hipotéticos episódios ficaram entre
três paredes, uma sanita e uma porta, os quais nunca serão publicados.
O colete maravilha
O português comum tem uma habilidade
natural arrojada de pegar modas e hábitos que aos meus olhos, e certamente a
muitos outros cidadãos parecem um tanto ridículas. Falo dos famosos coletes
reflectores colocados no banco do carro. Eu pergunto-me vezes sem conta o que é
que aquilo está ali a fazer no banco. Não deveria estar guardado no
porta-luvas? Desta forma quando for efectivamente necessário o seu uso, este
encontra-se "preso" ao banco e depois vem o cúmulo: "tanto
trabalho a por o banco bonito e agora tenho de o desmanchar, isso é que era
bom! prefiro levar com um carro em cima e pagar a multa!".
Enfim não compreendo porque é que muitos
condutores têm este gesto parvo e tipicamente saloio. Será para enfeitar o
carro de que já não gostam mais? Meus "amigos" não é por porem um
colete reflector amarrado ao banco da frente que a policia vos vai deixar
seguir numa operação stop ou que por isso ficam mais visíveis de noite!
Confesso que me faz impressão ver os
carros todos artilhados de bonecos, rendinhas e penduricos, acho que em parte
mostra a personalidade dos donos dos carros, não querendo com isto generalizar,
mas em boa verdade é assim. Muitos pensam que "equipar" o carro com
estas merdinhas os torna estilosos. Se calhar era preferível uma maior preocupação
com a segurança do veiculo e em assuntos relacionados do que com este tipo de
adornos infelizes. Será que os excelentíssimos condutores não reparam que ao
exporem o colete ao Sol diariamente o estragam mais rapidamente?!!! Por ventura
quando for necessário a sua utilização é provável que já não esteja
Também é verdade que estamos numa
democracia e o que cada um faz com o que lhe pertence não é da nossa
conta...porém o rídiculo exagerado tem de ser "denunciado". Portugal
tem um grave problema com a segurança rodoviária e creio que a solução parte
primeiro lugar deve vir o respeito que devemos ter entre as pessoas no
dia-a-dia, nos empregos, no essencial em tudo em que interagirmos. Temos que
gostar das pessoas, sejam elas quais forem quando vamos na estrada, temos de
pensar que dentro dos veículos vão seres humanos que são tão frageis como eu, e
que parte da segurança delas depende de mim.
A típica buzinadela e a boquinha aos
carros de instrução retratam bem a desconcertante estupidez de alguns
azeiteiros em que a atitude ao volante reflecte o estilo de vida que levam. As
aceleradelas e os picanços também revelam a mediocridade de muitos jovens que
ao se julgarem possuidores de um veículo rápido adquirem um certo
"status" o que é completamente estúpido e dá vontade de rir.
Conversas de café entre amigos a gabarem-se do seu GT que tem não sei quantos cavalos
e que faz aquilo e dá pinotes e não sei que mais. A mim dá-me nojo ouvir este
tipo de conversas e o argumento habitual "isso só acontece aos
outros" ou "eu tenho cuidado e não abuso muitas vezes" ou ainda
"eu é que sei"...sabem o tanas, quando elas acontecem é fácil chorar,
mas reparar o dano é mais difícil...
Para mim é preferível a preocupação com
coisas sérias do que com disputas e embelezamentos "laterais" que não
contribuem em nada para a segurança na nossa necessidade imprescindível de nos
deslocarmos.
O outro lado
É
com muita preocupação que tenho assistido a uma série de acontecimentos que a
meu ver me fazem sentir que Portugal está a mudar mas para o lado errado. Provavelmente
as gerações anteriores também pensaram o mesmo, o que é provável. Então quer
dizer que o rumo que traçaram para nós foi definido há muito tempo. Não
querendo culpar ninguém da sorte do nosso território mas o que é facto que já
não batemos no fundo...já estamos é a rojar e a bater em tudo o que é sitio.
Claro que as contestações sociais, nacionalismo exacerbado, politiquices
mesquinhas e inúteis vêm ao de cima em tempos de crise, mas o que é preocupante
é que isso já lá estava, não surgiu do nada e deve ser aí que as qualidades de
quem dirige, de quem esperamos que tome pulso às coisas são demonstradas...O
podre já cá está há muito tempo mas só agora o estamos a descobrir. Séculos de
história revelaram tempos de crise os quais fazem parte da vida...então de que
estamos à espera? Aprendamos com os erros! Pois mas se calhar há um
problema...não gostamos de ler nem de aprender, a educação não é um bem
essencial à construção de alicerces sólidos, pelos menos ao ver de muita gente.
É triste ver este estado de coisas. O futuro está perigosamente incerto. Não
conseguimos valer as nossas qualidades em deferimento da corrupção, negligência
e principalmente descrença em NÓS próprios.
Culpar os
outros foi sempre a solução encontrada para resolver problemas. Eu acredito que
existe muitas pessoas capazes e competentes...mas que são abafadas.
Quando
ligo a televisão só vejo trafulhice...porém é o que vende e o que consumismos
tristemente sem nos apercebermos. A realidade deve ser exposta tal como ela é
mas tem de haver o outro lado...aquele que é bom e que motiva e também aquele
que menos interessa a muita gente.
As leis
pelas quais nos regemos e que estão em livros pesados têm de ser cumpridas, se
não corremos o risco de termos pisa-papéis caros e inúteis.
Não é a
primeira vez que falo em civismo porém encalhamos sempre no mesmo. Conseguimos
ser mais prestáveis para estrangeiros do que entre nós. Como foi possível
construir estádios de futebol para o euro 2004 quando ainda existem velhotes que
passam fome, hospitais degradados com falta de pessoal, crises sucessivas na
indústria nacional por falta de investimentos. O pior é que apesar daqueles
dias fenomenais do europeu, os quais não voltam mais para encher barriga, a
crise vai continuar porque hipotecámos o "futuro". O desenvolvimento
regional estagnou, concentrando-se apenas em áreas centrais do litoral e em
pequena quantidade que não conseguem combater a concorrência de outros países
que com pouco conseguiram desenvolver-se de forma sustentada e com perspectivas
sólidas e visão estratégica.
Que mais
posso eu dizer, aliás que podemos dizer e fazer nós? Penso que a resposta
reside nos exemplos bons dos outros países já que nos esquecemos dos nossos.
“Fones” na cabeça
Nunca
viram alguém a andar na rua com os “fones” postos nos ouvidos? Provavelmente
não acharam nada de estranho, mas se pensarem bem no fenómeno vão verificar,
tal como eu o fiz, que por de trás daqueles “fonezinhos” pequeninos se esconde
qualquer coisa com cariz sócio-cultural ou coisa parecida.
A primeira
pergunta que fiz a mim próprio quando comecei a observar este tipo de
acontecimentos foi: "Para que é que aquele gajo quer ouvir música enquanto
anda? Não lhe faz confusão?". Há pois é, deve fazer uma confusão desgraçada.
Ao mesmo tempo que estão a andar a pessoa deve também ouvir o seu coração a
pulsar. Imagino a confusão nos sentidos do corpo humano atafulhados de sinais
eléctricos tentando processar tamanha avalanche de informação. Além do mais
deve ser perigoso quer atravessar ruas em que a concentração necessária nesse
momento deve ser total para a segurança.
Pois bem,
para além da confusão sensorial penso que a influência da sociedade adolescente
é dominante nestes casos, sem sombras de dúvida. Normalmente vemos este tipo de
hábitos associado a "calças largas", o people do "yé, yô,
tá-se brô!".
Não seria
mais confortável ouvir a música em condições...muito bem se querem ouvir música
noutro sítio fora de casa, que o façam sem tentar mandar estilo, sendo a
vontade de mandar "estilo" que leva essas pessoas a tomar este tipo
de atitudes.
Na maior parte dos casos vemos só os dois “fones” a
saírem por dentro da "camisa" e provavelmente é só isso que existe,
porque o leitor está em casa ou simplesmente não existe, tudo isto só para
mandar um estilo estilosamente estupídico para "as damas" verem que o
"boy" é um "dred mau".
Também
podia falar do tipo de música relacionada com este tipo de música e aqui não há
que enganar, ou é Hip-Hop ou música do tipo "dark metal" ou coisa
relacionada. Imagino um dia inteiro a ouvir musica destas, porem tendo a noção
que o hip-hop é preferível a estoirar os tímpanos com "metal" cuja letra
raramente se percebe mas que na maior parte das vezes diz "vou-te estoirar
à biqueirada porque me abandonaste, vou partir tudo..."...Ou então temos
aqueles miúdos cujos pais ainda lhes têm controle e cujo cabelo está espetado
com gel e que muitas os vemos nos supermercados a carregarem os sacos com os
“fones” nos ouvidos. Para mim seria uma falta de educação se um filho meu
fizesse isso, ou seja dar-me-ia sensação de que não quer estar ali e por isso
abstraindo-se de tudo o resto e desta forma não percebe para que foi "fazer
frete" ao supermercado ajudar os pais.
Não são só adolescentes com as hormonas confusas que
fazem isso. já vi pessoas na minha universidade a usarem “fones” enquanto se
deslocam. Só dá vontade de puxar os fios não é? A atitude deles é pensarem
"aqui vou eu isolado ao ruído exterior enquanto eu me mantenho puro porque
não partilho a música para ninguém".
Mercenários na Universidade
Nas universidades deste Portugal e sabeis mais se não
noutros países...tem-se o habito de convidar professores que estão
estabelecidos noutro estabelecimento de ensino superior para irem dar aulas a
outras academias, não sei se por falta de meios, o que é provável. Porém tal
facto aos meus olhos torna-se duvidoso quando se trata de avaliar a qualidade
desses docentes bem como os recursos financeiros disponibilizados para o
efeito. Convidar professores para dar aulas noutra universidade deveria ser um
procedimento a efectuar quando a necessidade imperava pelo menos,
razoavelmente, durante dois anos lectivos seguidos. O que se passa, pelo menos
com o meu curso é que existem professores convidados a mais e há demasiado
tempo em que se nota uma clara desmotivação para a execução do que lhes é
pedido sob pena de prejudicarem os alunos e o próprio desenvolvimento do curso,
ou seja, a universidade gasta dinheiro (o qual não deve ser pouco) neste tipo
de serviços quando o objectivo deveria fortalecer o corpo docente com jovens
doutorados que saem das universidades e que se poderiam deslocar para longe de
onde moram. A meu ver penso que estes professores vestem a camisola de outra
equipa sem que com ela não queiram marcar golos. Estão convidados e não
produzem investigação nem qualquer benefício em prole do desenvolvimento
técnico-científico. A longo prazo a balança custo/benefício de se contratar e
fixar na região jovens acabados de completarem a formação vai ser muito maior.
Por exemplo, um caso flagrante: queremos tirar dúvidas sobre qualquer coisa o
professor não está na universidade, disponibilizar documentos auxiliares em
tempo útil é raro e claro quando se quer combinar qualquer coisa com os alunos
tem-se que estar sempre dependente de horários e compromissos que o docente tem
na outra academia...Quer dizer, o meio universitário não é pêra doce e ainda
por cima temos de aguentar com estes mercenários.
Sentido de estupidez
Muita
gente é dotada de uma tendência natural para fazer coisas estúpidas e natural é
a forma como as pessoas as aceitam com a maior das naturalidades. Sempre me questionei
se a estupidez era o resultado da nossa sociedade de consumo e da forma como
são impostas nas nossas vidas, ou porém se vem de um resultado de uma fusão
genética, aludindo aos nossos grandes cientistas que dizem que parte do nosso
código molecular esconde o nosso destino. Quem sou eu para discutir este tipos
de coisas? Não desconfiando de tais factos vamos andando, tropeçando sempre em
estúpidos, que não tendo consciência de quão estúpidos e ridículos são, vão
estupidamente estupidificando os outros. Até parece que é contagioso! Muita
estupidez é concentrada em locais que não se espera, nomeadamente o meio
académico que de estúpido não devia ter nada, porém enganamo-nos eu e todos,
tanto que conheço meia dúzia. Com decorrer dos tempos vamos contactando com
este tipos estúpidos que nos lixam a vida sabendo (ou não) o mal que fazem.
Admirável é a sorte macaca que estes seres têm na vida. Às vezes questiono-me
se mais vale aderir ao movimento e ficar estúpido mas assim seria fácil de
mais, desistir não deve ser a atitude a tomar. Como exemplo prático deste tipo
de acontecimentos é o facto de as nossas estradas novas terem buracos e
remendos. Eu até compreendo que se tenham esquecido de por a canalização por
incompetência mas ninguém se importa com os transtornos e o dispêndio de
dinheiro.
Ultima
actualização: 6-10-2005